10 comidas criativas para estimular seu filho a comer melhor

Por Mariana Branco

Aumentar o repertório alimentar das crianças é preocupação de grande parte dos pais. É comum as famílias ficarem aflitas quando os filhos se mostram mais resistentes a experimentar frutas, legumes e verduras, por exemplo.

Neste contexto, aproximar as crianças desses alimentos por meio de atividades lúdicas é uma alternativa interessante, já que se diminui a tensão durante as refeições. E os pratos de comidas divertidas e criativas podem ajudar nesse processo.

Veja, a seguir, 10 ideias de comidas criativas que preparei com frutas, legumes e verduras e que podem ser adaptadas em qualquer rotina familiar. A ideia aqui não é o pai, a mãe ou qualquer outro cuidador, como avós e babás, criarem desenhos perfeitos. O que vale mesmo é estimular a curiosidade das crianças em tocar, cheirar e quem sabe até experimentar algum desses alimentos.

Todas essas comidas criativas foram criadas pelo projeto Criando AMORas, que por meio de oficinas infantis e workshops para pais, procura ajudar as famílias a ampliarem o repertório alimentar de seus filhos.

  1. Borboleta de frutas

Essa borboleta de frutas foi feita com manga, uva e maçã. Usei cortadores de coração para as asas e cortadores redondos para o miolo da flor.

  1. Coelho amarelinho

Essa fofura foi feita com arroz amarelinho (com açafrão), beterraba, ovo, tomate, pimentão vermelho e pimentão amarelo, além de pepino, cenoura assada e cenoura crua.

  1. Centopeia

Usei batata doce assada no forno, pepino, alface, azeitona, cenoura e tomate.

  1. Flor rosa

Essa flor é muito simples de fazer. Usei cenoura, panqueca de beterraba (com cortador de coração), cebolinha, folhas de hortelã e espinafre refogado.

  1. Flor amarela

Adoro fazer flores por serem simples e super-rápidas de fazer, além de possibilitar trazer ingredientes como nessa flor: batata doce (assada no forno), tomate cereja, vagem (cozida) e rúcula. A variação de alimentos e sabores nesse tipo de composição é muito grande.

  1. Gato

Aqui misturei abacaxi, melão, melancia, uva e uva passa com tomate grape, pepino japonês e couve-manteiga. Você também pode usar cenoura cortada em tiras bem fininhas no lugar da couve-manteiga, por exemplo. Pra fazer o focinho de melancia, usei um cortador redondo.

  1. Leão

Para fazer esse leão, usei mexerica, abacaxi, banana, cenoura, azeitona e couve-manteiga. Outra ideia é usar uva passa quando for fazer os olhos (no lugar da azeitona) e cebolinha, daquela mais fininha, no lugar da couve-manteiga.

  1. Palhaço

Cara de palhaço feita com panqueca, cenoura ralada, beterraba, ovo, azeitona, pinhão e panqueca rosa. Também usei caneta alimentícia.

  1. Peixinho

Simpático peixinho feito de panqueca, ovo, tomate, beterraba e azeitona. Com pinhão, tomate e panqueca rosa para enfeitar.

  1. Pintinho de chapéu

Aqui usamos ovo cozinho, cenoura crua (em fatia) e cenoura ralada, além de cebolinha, chia e tomate. Com couve flor para enfeitar o prato.

O que você achou dessas ideias de comida criativa? Veja que a proposta não é você fazer o melhor e mais perfeito desenho para o seu filho. O sabor, as cores no prato, a variedade de texturas e o amor naquilo que você faz é o que mais contam!

*Texto adaptado do original publicado no blog do Criando AMORas com autorização para reprodução no blog da Comunidade Urbana.

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Conhecendo o café (parte 2)

Na primeira parte do “Conhecendo o café..” falamos um pouco sobre as diversas bebidas à base de café. Agora trataremos da bebida em sua forma mais pura, para a alegria dos tradicionalistas e daqueles que gostam de apreciar melhor as nuances do grão, torra e terroir.

Você curte o seu café puro, mas…de que jeito?

Para aqueles que gostam de saborear o café sem adição de nenhum outro ingrediente(talvez só um pouquinho de açúcar), a escolha também não é tão simples. Veja algumas variações do “cafezinho” que você encontra nas casas do ramo:

Expresso: 25 a 35ml de café
Expresso Ristretto

Expresso(original): tem entre 25 e 35ml numa xícara geralmente de 50ml. Como o contato com a água é rápido e o preparo é feito sob alta pressão na máquina própria do espresso, resulta num café mais encorpado, aromático e ácido que o café coado, por exemplo.
Expresso Brasileiro: o “nosso padrão” é abundante, pois tem entre 40 e 50ml, o que não é comum em outros países. O resultado é um café de menos corpo que o expresso.
Curto: é o mesmo que o expresso original com 25 a 35ml. Aqui vale a observação: o que chamamos de “curto” é costumeiramente o padrão internacional do expresso.
Ristretto: é o expresso com o menor volume, tendo entre 15 a 20ml na xícara. É o que poderíamos chamar de “curtíssimo”. Muito encorpado, oleoso e (surpreendentemente) mais doce que os demais.
Longo (ou lungo): tem 50ml e também é feito na máquina de expresso como os anteriores, mas por ser tirado com uma quantidade maior de água acaba sendo o mais fraco dos mencionados até agora.

Café coado

Carioca: tem de 25 a 35ml como o expresso original, mas é diluído em 20ml de água quente. Alguns o chamam também de Americano, porém neste caso o volume total da bebida costuma ser maior(e servida em xícaras maiores).
Doppio ou Duplo: são dois expressos servidos numa só xícara. Simples assim.
Café coado: é o café passado no filtro de papel ou tecido. Ele é mais suave, já que esse preparo deixa a água bastante tempo em contato com o pó. É menos cremoso por não ser tirado sob alta pressão.

Além da bebida já “pronta”

Claro que antes de chegar na sua xícara ou taça o café passou por todo um longo processo, que começou na escolha do tipo a ser plantado e passou pelo cultivo, colheita, torrefação, blendagem, etc. Por isso vamos continuar falando dele e de suas singularidades em posts futuros. Bom café e até lá!

 

Quando começar a levar a criança pequena para a cozinha

Por Mariana Branco

Quando o assunto é criança na cozinha, antes de mais nada, a segurança provavelmente é o ponto central quando os pais ficam em dúvida de levar ou não seu filho para a cozinha. E eles estão certos (veja, ao final, as orientações da Ong Criança Segurança).

Foto – Reprodução

 

Mas quando começar a levar seus filhos pra cozinha?

 

 

Desde que você esteja muito atento às regras de segurança, o quanto antes, melhor. Mas isso precisa ser feito com amor, carinho e sem cara de obrigação. Precisa ser natural.

Eu fiz isso de forma bem natural e provavelmente minha filhota tinha em torno de 2 anos. Nessa época, ela não ficava perto do fogão e nem em cima de um banquinho. Eu pegava a cadeira da sala de jantar (que é bem grande e espaçosa) e levava para perto da bancada da cozinha, bem longe do fogão. Então, dá para ser criativo para levar seu filho pequeno pra cozinha.

Criança na cozinha é possível e é também uma forma importante de se conectar com seu filho por meio da alimentação.

12 dicas simples para começar a levar seu filho pequeno pra cozinha:
  1. Envolva-o no preparo de alguns alimentos. Não precisa chamá-lo para fazer a receita toda! Ele não precisa participar de todo o processo.
  2. Já pique o que precisa ser picado e aí então chame seu filho para fazer outros processos simples, como lavar os alimentos ou temperá-los.
  3. Chame seu pequeno para brincar de colocar os legumes na assadeira. E a brincadeira é só colocar um do lado do outro, não pode colocar um em cima do outro.
  4. Deixe seu filho colocar a mão nos potes de arroz e de feijão (deixe afundar a mão para sentir as texturas).
  5. Chame seu filho para mexer alguma coisa com colher de pau, como massas mais líquidas ou molhos. Geralmente, para eles isso é diferente e uma grande diversão.
  6. Ensine seu filho a quebrar os ovos e então deixe que ele bata os ovos com o garfo. (A minha pequena aprendeu por volta dos 3 anos e, sim, perdemos muitos ovos).
  7. Diga para o seu filho colocar uma pitada de sal e então uma pitadinha de amor. Inventem juntos como é o “sinal” da pitadinha de amor (aqui em casa a gente dá um beijinho nos dedos juntinhos e joga a pitadinha de amor).
  8. Procure seguir as orientações da ong Criança Segura (veja abaixo).
  9. Você pode ou levar alguns ingredientes para fazer na mesa de jantar (bem longe do fogão e onde a criança fica mais segura numa cadeira/poltrona) ou então levar uma cadeirinha pra cozinha (eu prefiro cadeirinhas, pois geralmente os banquinhos são mais “bambos”, então, vai de você analisar o que tem mais seguro em casa).
  10. Se você tiver dois filhos ou mais, fale que cada um tem uma tarefa especial (um vai quebrar os ovos e o outro vai batê-los, por exemplo). E da próxima vez, as tarefas podem se inverter. Ensine também que cada um tem a sua vez e precisa esperar.
  11. Chame seu filho para fazer panquecas! Neste caso, ele vai fazer apenas a massa e só você irá fritá-las. Separe todos os ingredientes em potinhos/xícaras. Deixe tudo pronto e aí sim chame seu filho para ir acrescentando os ingredientes um a um em uma tigela ou outro recipiente grande. Se você tiver mais de um filho, cada um ficará responsável por colocar um ingrediente na tigela. Depois deixe as crianças mexerem um pouco. Além disso, você também pode bater a massa no liquidificador para ficar mais homogênea.
  12. Deixe seu filho se sujar (e ele vai se sujar). Coloque nesse momento um avental de criança ou uma camiseta mais velha, por exemplo. Criança na cozinha também pode ter um pouco de bagunça.
As dicas de segurança da ong Criança Segura:
  • Use as bocas de trás do fogão e certifique-se de que os cabos das panelas estejam virados para dentro para não serem alcançados pelas crianças;
  • Mantenha sacos plásticos, fósforos, isqueiros, álcool, objetos de vidro, cerâmica e facas fora do alcance das crianças;
  • Evite cuidar, ficar perto ou carregar as crianças no colo enquanto mexe em panelas no fogão ou manipula líquidos quentes. Até um simples cafezinho pode provocar graves queimaduras na pele de um bebê;
  • Não use toalhas compridas ou jogos americanos na mesa de jantar. As crianças podem puxá-los para se apoiar e, se houver algo em cima deles, como líquidos e alimentos quentes, isso pode cair em cima dos pequenos causando escaldadura ou queimadura de contato;
  • Deixe comidas e líquidos quentes no centro da mesa, longe do alcance das crianças.

 

*Texto originalmente publicado no blog do Criando AMORas com autorização para reprodução no blog da Comunidade Urbana.

Conhecendo o café: do expresso ao macchiato

É certo que o bom e tradicional cafezinho e o espresso ainda detêm a preferência dos consumidores. Mas de alguns anos pra cá a oferta de cafés diferentes e de drinks que têm o grão como base começaram a ganhar muito espaço nos cardápios e a atrair novos apreciadores.

A expansão de redes de cafeterias nacionais e internacionais difundiram por todo o país novidades como mocaccinos, macchiatos e lattes, além de aumentarem a variedade dos já conhecidos cappucinos e até mesmo dos onipresentes expressos. É, ficou difícil escolher sem se confundir!

Conheça as diferentes bebidas com café!

Anteriormente apresentamos um pouco da história do café. Agora, pra te ajudar na escolha, pesquisamos um pouco sobre a composição dos cafés mais pedidos nas cafeterias. Daí você decide se vai querer o seu com leite, espuma, chocolate, caramelo, chantilly…

Cappucino: il vero tem 1/3 de expresso, 1/3 de leite vaporizado e 1/3 de espuma
Macchiato de Caramelo: leite vaporizado, expresso, espuma e calda de caramelo
Café com panna: expresso + chantilly

Cappuccino italiano: o verdadeiro é dividido em três partes iguais de café expresso, leite vaporizado e espuma do leite.
Cappuccino: Já o cappuccino brasileiro pode ter os mesmos ingredientes do italiano, com a adição de chocolate em pó ou canela em sua composição. Pode ter também o chocolate(líquido) substituindo totalmente a espuma de leite. 
Mocha ou Mocaccino: confunde-se um pouco com o cappuccino brasileiro pois é composto de calda de chocolate, café expresso, leite vaporizado e espuma do leite. Mocaccinno é o nome dado para o mocha por um rede de cafeterias americana.
Café com leite: um dos preferidos do brasileiro, é o café filtrado com leite aquecido ou fervido.
Café Latte ou Latte: base de café expresso com quantidade generosa de leite vaporizado e uma fina camada de espuma de leite. O café e leite se misturam.
Latte Macchiato: a base é o leite vaporizado, acrescido de café expresso em menor quantidade e espuma de leite.
Expresso Macchiato: trata-se do café expresso com a espuma do leite vaporizado. Alguns locais adicionam leite vaporizado,  o que o confunde com o Latte Macchiato.
Macchiato de Caramelo: café expresso com leite vaporizado, espuma do leite e calda de caramelo. Pode levar extrato de baunilha.
Café Cortado: expresso com apenas um pouquinho de leite vaporizado.
Café com Panna: Comum na Itália, é o café expresso com creme de leite batido. Aqui é o café com chantilly.

A lista não pára por aí e no próximo post vamos completá-la! Enquanto você espera, sugerimos alguns lugares bem bacanas na região da Pompéia e Perdizes pra você degustar sua bebida preferida.

Onde beber o seu “tipo” de café preferido

D’Macarons

Os macarons da Chef Daniela Diniz são o acompanhamento perfeito para o café expresso Martins. A marca itinerante se estabeleceu recentemente em uma linda loja em Perdizes e tem sempre mais de 15 sabores do docinho pra agradar a diversos gostos. Rua Itapicuru, 551. Tel: 3596-3779. Seg. a sáb. de 10 às 19:30h. Dom. de 11 às 19h.

Latte’liê

A casa aposta na latte art(ou coffee art), a técnica do barista de fazer figuras na superfície de bebidas à base de café. O barista Bruno Malheiro aprendeu a arte na Irlanda e a aplica em seus cappuccinos e macchiatos. Aqui pode pedir também um Irish Coffee. Rua Cotoxó, 569. Tel:2935-2001. Seg. à sex. de 8 às 19h e sáb. das 10 às 19h.

Casa Pitanga

Aberta há poucos meses, a doceria oferece o bom expresso da marca Santo Grão, além de cappuccinos e outras boas opções com o blend. A proprietária Thais faz ali mesmo os bolos gelados, que alegram os adultos saudosos e as crianças. Rua Caraibas, 979. Tel: 99905-4524. Seg. a sábado de 10 às 19h.

Buena Pinta Churreria

A maior parte da clientela vai direto nos churros, recheados com doce de leite da marca Viçosa ou – como manda a tradição espanhola -fininhos e polvilhados com açúcar e canela. E o fato é que eles combinam muito bem com o café expresso da marca Supremo Arábica, de Minas Gerais. Vale experimentar. Rua Coronel Melo de Oliveira, 250. Tel: 96592-2587. Ter. a sábado de 14 às 21h e domingo de 14:30 às 20:30h.

Doce Deleite

A doceria é especializada em naked cakes e brigadeiros gourmet, que fazem ótimo par com uma grande variedade de bebidas à base de café. Além das tradicionais, serve especiais como o Café Romano (expresso, leite vaporizado, espuma de leite e rapas de limão) e o Frapuccino Ice (expresso, sorvete de creme, leite e chantilly). Rua Venâncio Aires, 356. Tel: 3872-8852. Seg. à sex. de 12 às 18h. Sáb. de 12 às 17h.

Bom café e fique ligado no blog do Comunidade Urbana!

 

 

 

 

5 lugares pra tomar um café sem pressa na Pompéia e em Perdizes

O café é a verdadeira preferência nacional. A bebida é a segunda mais consumida no país e até você, sem notar, deve tomar alguns “litrinhos” por ano. Ele está em 98% dos lares, atrás apenas da água. Mas ninguém bebe água pelo seu sabor e propriedades estimulantes, não é mesmo?

O consumo per capita em 2015 foi equivalente a incríveis 81 litros/habitante, segundo a Abic. E mesmo com a crise a expectativa é que o consumo cresça 2,9% neste ano sobre 2016. Já o número de lojas especializadas em café deve crescer 3,2% a.a. até 2019.

Um “pingado” da história do café
Café: presente em todos os continentes

A planta de café é originária da Etiópia, onde era parte da vegetação natural, porém seu cultivo se desenvolveu na Península Arábica*, a partir do século XV. Essa é a razão de ter sido denominado Arábica um dos tipos de grãos de café que consumimos (o outro é do tipo Robusta).

O nome café pode ter surgido de Kaffa, região na Etiópia, mas muitos historiadores apontam sua origem na palavra árabe qahwa (qahwah, kaweh e variações) que significaria “força” ou “vigor”. Por ser estimulante e feito de pequenas frutas outra tradução aceita era “vinho”. Daí a bebida ser conhecida inicialmente também como “vinho das Arábias”.

Os árabes foram fundamentais na história do café
Crescimento “espresso”

Estudo recente realizado pela Euromonitor International com as tendências de consumo no período de 2014 até 2019 aponta que – apesar da queda no consumo fora de casa- houve forte crescimento no consumo de café espresso, especialmente em cafeterias e cafés preparados por baristas.

Cada vez mais apreciado também pelos jovens

Outro ponto importante abordado pela pesquisa é o aumento do interesse dos jovens de 16 a 25 anos por cafés, principalmente nas grandes metrópoles, por conta do conceito atraente das novas cafeterias e inovações na categoria. Segundo dados de 2014 dessa mesma pesquisa, 49% dos jovens já tomam café diariamente.

Pompéia, Perdizes e região corroboram tendências

Nos últimos anos surgiram vários estabelecimentos descolados por aqui, que servem os mais variados tipos de cafés: espressos, cappuccinos, pingados, cortados, mocaccinos, lattes, macchiatos…O Comunidade Urbana fez uma lista de 5 lugares com bons cafés que você precisa conhecer. Eleja o seu preferido!

Inúmeras possibilidades atraem novos amantes da bebida

Le Petit Bibi 

No aconchegante e petit Café, a grande variedade de doces chama a atenção: cheesecake, torta de maçã, amêndoas, tiramisu, brigadeiros gourmet e outras delícias acompanham o bem tirado espresso Barista Gourmet da marca Café do Centro. Latte, cappuccino ou machiatto também combinam com o pão de queijo integral da casa. Uma curiosidade: “Bibi”é o nome da adorável Schnauzer da(primeira) proprietária e o ambiente é pet friendly.
Le Petit Bibi – Rua Caraibas, 463. Tel: 2366-5984. Seg. a sáb. das 10 às 19h.

Café Dazô

A simpaticíssima Zô curiosamente tornou-se uma das atrações do lugar, tamanho é o carinho com que trata os trata os clientes que passam por lá. Nesse ambiente acolhedor, destacam-se os pães de fermentação natural e bolos muito gostosos, com jeitinho daqueles feitos em casa, como o de brigadeiro. Tortas tradicionais também marcam presença e fazem par com o bom café espresso ou cappuccino.
Café Dazô – Rua Apinajés, 434. Tel: 3862-2566. Seg. a sáb. das 13 às 20h.

Vai um espresso, coado, cappuccino ou macchiato?

A Tal da Torta

O forte aqui são “as tais das tortas” salgadas, de diferentes tipos e recheios. Sabores tradicionais como frango e espinafre com ricota dividem a preferência com opções criativas como ementhal com damasco e vegarela. Bem projetado, o pequeno ambiente tem uma agradável “varandinha” voltada para a Desembargador do Vale. O bom café espresso Três Corações faz par também com quiches ou tortas doces e, para quem preferir, tem também um gostoso café coado.
Tal da Torta – Rua Desembargador do Vale, 293. Tel:3672-0242. Seg. à sex. de 11 às 20h, sáb. até 18h e domingo até 14h30.

Café Raiz

O Café-Bar-Restaurante trabalha com um blend gourmet da Alta Mogiana, com grãos 100% arábica que agrada bastante à clientela.  Além de opções inventivas com o grão, como o café correto com Baileys e o capputine(com ovomaltine), a ampla casa tem extenso cardápio de comes e bebes: beirutes e hambúrgueres matam a fome de quem tem pressa e pratos como o filé mignon (em 6 variações) e massas satisfazem quem procura uma refeição completa no almoço ou jantar.
Café Raiz – Rua Cardoso de Almeida, 920. Tel: 3672-2199. Seg. a dom. das 10 às 23h.

Delícias da Vó Dulce

Especializada em brigadeiros gourmet, a loja tem uma quantidade tão impressionante de sabores que fica difícil escolher: leite Ninho com Nutella, chocolate belga com paçoca, prestígio, beijinho, Oreo, chocolate belga com nozes,  palha italiana, churros, cappucino, doce de leite e muitos outros. E você ainda pode escolher o sabor na hora que o doce será enrolado rapidinho para harmonizar com o seu café!
Delícias da Vó Dulce – Rua Tavares Bastos, 290. Tel: 99229-4429. Seg. à sex. das 11 às 19h e sáb. das 13 às 17h.

O Comunidade Urbana convida você a escolher o seu cantinho preferido pra saborear a bebida sem pressa, que tal? Aproveite mais o seu bairro e curta o seu café!

*Formada pela Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árab es Unidos, Qatar, Kuwait, Omã e Iêmen

5 coisas que todas as famílias deveriam saber sobre alimentação

Por Mariana Branco

Em geral, nós (pais, tios, avós) não somos pediatras nem nutricionistas, mas se soubermos algumas coisas simples relacionadas à saúde e alimentação das crianças podemos fazer uma grande diferença na vida delas. Foi o que eu descobri durante uma consulta de rotina à pediatra da minha filha.
Ela contou, por exemplo, que não se deve dar leite ou doces com leite logo após as refeições, o que pode prejudicar a absorção do ferro no organismo. Achei a dica da médica tão interessante que, lógico, pedi para a querida doutora Claudete Teixeira Krause Closs, que também é coordenadora do Proama – Programa de Aleitamento Materno, de Curitiba (PR), explicar melhor essas orientações pra gente. Vejam que interessante:
5 coisas que todas as famílias deveriam saber sobre alimentação

  1. Não se deve dar leite logo após as refeições

    Tanto o cálcio quanto o ferro são absorvidos pelo organismo por meio do intestino (a absorção de cálcio é maior no início do intestino). Então, o cálcio doleite“compete” com o ferro, não deixando este último ser absorvido e, por isso, muitas crianças que ingerem muito leite ou doces com leite logo após as refeições desenvolvem anemia. Recomenda-se esperar 1 hora para dar leite ou doces com leite e isto se aplica a todos os leites, inclusive o leite materno no caso dos bebês.

  2. “Besteiras” fazem mal mesmo!

    Por conterem muitos produtos químicos, os alimentos industrializados podem prejudicar a imunidade da criança. É o caso, por exemplo, dos sucos artificiais que contêm muito açúcar, corantes, antioxidantes e conservantes, o que faz com que a criança diminua a sua imunidade e desenvolva alergias. Isto acontece porque, para o metabolismo desses produtos químicos, é consumida muita vitamina do complexo B – aquelas que justamente aumentam a imunidade do organismo.

  3. Alimentação saudável ajuda a ficar menos doente

    A recomendação do Ministério da Saúde é para os bebêsmamarem no peitode forma exclusiva até os seis meses. A partir daí, deve-se começar a introduzir a alimentação complementar saudável (constituída de frutas, verduras, cereais como arroz e feijão, carne bovina, frango e miúdos de frango), ou seja, as papinhas, lembrando que a amamentação também é indicada até os 2 anos ou mais. Esses cuidados – amamentar e oferecer comida saudável e caseira para os filhos – contribuem significativamente para as crianças ficarem menos doentes.

  4. As crianças precisam (sim!) de exemplo

    Os pais devem ser o espelho para os pequenos, ou seja, os adultos também devem se alimentar bem, comendo frutas e verduras, por exemplo. Se o pai e a mãe comerem alimentos “do bem”, a criança também vai querer comê-los para ficar saudável. Mas este exemplo precisa acontecer todos os dias, sempre!

  5. O prato precisa ter cinco cores diferentes

    Essa é uma dica bem legal e que vale pra nós mesmos, adultos, seguirmos. Além de ficar colorido e mais atraente para as crianças, o prato, ou melhor, a refeição fica dessa forma mais nutritiva. Essa dica faz parte do livro “Socorro! Meu filho come mal”, da nutricionista Gabriela Kapim e da psicóloga infantil Ana Abreu.

Eu também adoro levar minha filha pra cozinha. A gente se diverte, ela aprende sobre os alimentos e fica toda feliz em experimentar tudo. Se você quiser saber mais sobre isso, tem muitas dicas nas minhas redes sociais do projeto Criando AMORas.

*Texto originalmente publicado no blog Mamãe Prática com autorização para reprodução no blog da Comunidade Urbana.

Alimentos poderosos que ajudam você e seu filho a ficarem menos doentes

Por Mariana Branco

Que uma alimentação equilibrada com os diversos grupos de alimentos é fundamental para uma boa saúde isso todo mundo sabe. Por isso, quanto mais colorido você fizer o seu prato e o prato dos seus filhos, melhor. Isso levando em conta que você esteja priorizando alimentos que vêm da terra, principalmente frutas, legumes e verduras, além dos cereais, carboidratos e proteínas.

Mas o que está por traz dos alimentos e quais aqueles que realmente nos ajudam a ficar menos doentes? Para falar sobre isso, entrevistei as médicas Marcela Voris e Jomara de Araujo, ambas nutrólogas da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). Segundo elas, alguns alimentos ajudam SIM na prevenção, ou seja, antes de acontecer os resfriados e as gripes. Vejam o que dizem as duas nutrólogas:

  1. Leite materno

Há de se ressaltar, em primeiro e absoluto lugar, a supremacia do leite materno – prescrito de forma absoluta e exclusiva nos primeiros 6 meses de vida e mantido até o segundo ano de vida em associação a outros alimentos. “O leite materno é o imunomodelador biológico específico de maior relevância e seguramente o grande e maior aliado na luta dos bebês contra vírus, bactérias e fungos”, destaca Jomara.

  1. Alimentos ricos em vitamina C

    O sistema imune é de grande eficiência no combate a microorganismos invasores, além de ser responsável pela limpeza do organismo, retirando as células mortas. Por isso, para evitar a imunidade baixa, é importante consumir alimentos ricos em vitamina C, como as frutas cítricas. Elas ativam nosso sistema que atua contra os agentes agressores (como os vírus e as bactérias).

A partir dos 6 meses de idade, quando o bebê começa a se alimentar com papas e frutas, opções como laranja, goiaba, melão, mamão e morango são fontes de vitamina C, que possui propriedade antioxidante (evita a oxidação das células do sistema imunológico).
Vale notar que, assim como a laranja, a goiaba, o melão, o mamão, o morango e o limão também são fontes de vitamina C, com propriedades antioxidantes que evitam a oxidação das células do sistema imunológico (converse com o seu pediatra sobre o momento de introduzir o limão na alimentação do seu filho). E atenção: para muitos pediatras, o morango (devido ao agrotóxico) possui restrição no primeiro ano de vida.
Outra dica é que a vitamina C também é encontrada em outros alimentos além das frutas cítricas, como na couve que também tem propriedade anti-inflamatória (que minimiza alergias).

  1. Alimentos fontes de zinco 

No caso dos bebês, a dica para as papas salgadas é usar a carne bovina, que é fonte de zinco e age no funcionamento de diferentes enzimas, aumentando a imunidade das células e sua capacidade de defesa no combate às bactérias. Pode ser feito com tempero, como o alho, que melhora a função das células do sistema imunológico, tornando assim resfriados e gripes menos graves. Além da carne bovina, ostras, amêndoas e nozes são ricas no mineral zinco e ajudam a criarmos um sistema imunológico forte.

Outras dicas

Para as crianças terem um sistema imunológico forte, é bom ficar atento:

  1. Uma alimentação balanceada fornece ao sistema imunológico vitaminas e sais minerais que irão construir, manter e fortalecer os linfócitos, ou seja, as células de defesa do organismo.
  1. Entende-se por alimentação balanceada aquela que é composta por frutas, verduras, legumes, cereais, carne, ovos, leguminosos, óleos, carboidrato, proteína, lipídio, vitaminas, sais minerais e água.
  1. O consumo de frutas de forma regular previne resfriados e, se estes ocorrerem, duram menos tempo, os sintomas são menos graves e com menos complicações. Os sintomas de gripes e resfriados chegam a sofrer redução de 13,6% nestas crianças.
  1. Para que o bebê desenvolva paladar, a alimentação balanceada e variada é uma dica preciosa para construir, desenvolver e manter a imunidade. Durante a introdução alimentar dos bebês, os alimentos devem ser oferecidos preferencialmente de forma unitária para que a criança seja capaz de identificar seus variados sabores. 

 

Mariana Branco é jornalista, editora do blog Mamãe Prática e idealizadora do Criando AMORas, uma iniciativa física e digital do blog Mamãe Prática que tem a missão de ensinar outras mães a ampliarem o repertório alimentar dos seus filhos. Mari também é autora do eBook gratuito MEU FILHO NÃO COME – 3 Revelações Para Seu Filho Comer Melhor Que Estão Dentro de Você.

*Texto originalmente publicado no blog Mamãe Prática com autorização para reprodução no blog da Comunidade Urbana.

Links:
http://criandoamoras.com.br/
http://mamaepratica.com.br/
http://bit.ly/eBookMEUFILHONAOCOME

Não confunda a sua IPA!

Uma das cervejas que contam com mais aficionados no “Novo Mundo”, a IPA atrai pela sua exuberância: bastante amarga e lupulada e com teor alcoólico mais elevado que a média, ela arrebata o novo consumidor, que se pergunta “como é que eu não provei isso antes?”

Há um detalhe: esse estilo que entusiasma o “novo cervejeiro” não é chamado simplesmente de IPA e difere muito da India Pale Ale original (=English Style IPA). Marcada geralmente pela presença maciça de lúpulos cítricos e frutados norte-americanos, ela é na verdade a American Style IPA.

Uma paixão, mas várias IPAs diferentes!

Segundo a BA, há 4 estilos que têm India Pale Ale no nome. Já o guia da BJCP destaca 10 estilos de cerveja com IPA em sua denominação. Portanto não se confunda: Sculpin IPA, 60 Minute IPA e até a escocesa Punk IPA (e outras das suas preferidas) são, por exemplo, American IPAs. É sempre bom consultar esses guias para saber mais!

A Dominação Britânica na Índia

Devemos a existência da IPA ao domínio britânico no subcontinente indiano, que compreende hoje Índia, Paquistão, Bangladesh e Mianmar. Os britânicos chegaram com a intenção de lucrar com o comércio no início do séc. XVII, através da Cia. Britânica das Índias Orientais.

Rota usada pela Cia. das Índias Orientais

Foram estabelecidas feitorias a partir de 1612 onde realizavam-se trocas comerciais: produtos europeus por seda, algodão, chá e especiarias locais. O Império Mogol(que governava a região) aprovava o comércio com os ingleses, que tinham só um problema: não havia cerveja!

A primeira e melhor IPA(segundo os ingleses claro)!

Fazer cerveja na Índia era tarefa impossível: era quente demais, o fornecimento de água era sofrível e não havia os ingredientes necessários. Importar a cerveja da Inglaterra também não dava certo, pois ela estragava após os longos meses de viagem !

A tentativa de fabricar cerveja a bordo aparentemente até funcionava, mas só onde o clima ainda era ameno. Se nem a poderosa Marinha Real Britânica tinha conseguido uma solução, devia ser mesmo um problema incontornável… até George Hodgson ter uma idéia “lupulosa”!

George Hodgson, o (verdadeiro) inventor da IPA(?)

George Hodgson era o dono da Bow Brewery, no distrito de East End em Londres. Ele já fazia Pale Ales e fabricou uma versão mais forte e amarga para exportá-la à Índia. A quantidade maior de lúpulo preservou a cerveja, bem como o teor alcoólico alto, de 7%.

Ele teria ainda adicionado mais lúpulo aos barris depois de a cerveja estar pronta, protegendo-a totalmente contra ação de micro-organismos. Resultado: a sua nova Pale Ale resistiu bem à viagem e chegou ao destino com ótima qualidade e com um caráter lupulado diferenciado!

Primeira menção ao nome India Pale Ale num jornal inglês em 1835

Essa cerveja tornou-se conhecida na Grã-Bretanha muitos anos depois, provavelmente entre 1830-1840, e – por ser destinada à Índia – ficou conhecida como (East) India Pale Ale. Daí disseminou-se pela Europa e Estados Unidos.

A História é sempre contada pelos vencedores(ou bebedores!)

Por mais deliciosa que seja essa “história”, ela parece não ter acontecido assim. A Bow Brewery ou Hodgson não afirmaram ser os inventores da IPA. E registros apontam para o envio de Pale Ales e Porters à Índia desde 1784 (a própria Bow as exportava supostamente para lá desde 1793). Outros dizem que já havia cerveja inglesa na Índia desde 1640.

Qual foi de fato a primeira cerveja na ìndia?

Várias dúvidas pairam sobre essa versão da origem da IPA: ela não foi a primeira cerveja inglesa na Índia? Surgiu mesmo porque as outras não suportavam bem a viagem? Hodgson não foi seu inventor? E a ideia de pôr mais lúpulo na cerveja destinada às Índias era conhecida antes da Bow entrar em cena?

Voltarei a este tema num novo post, pra desvendar esse “mistério”…

Recomendo degustar IPAs inglesas e americanas para poder compará-las. Na falta de muitas opções de IPA made in England, a Cevada Pura e Blondine tem IPA no estilo inglês. E as americanas são fáceis de encontrar. Como sempre digo: cerveja é cultura! Até o próximo gole!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Hofbrauhaus e suas cervejas

Em 23 de abril de 1516 o Duque Guilherme IV  decretou a Reinheitsgebot ou “Lei da Pureza” e isso impactou fortemente a Weissbier, já que a cevada passou a ser o único cereal permitido na fabricação das cervejas.

A coroa no logo: origem nobre

Algumas cervejarias receberam da Corte a licença para continuar fabricando a cerveja de trigo. Uma delas era da própria família Wittelsbach (de Guilherme IV) que governou a Baviera do século XII até 1918. Qual era o nome da cervejaria? Hofbrauhaus!(Cervejaria da Corte)*

Fundada por Guilherme V em 1589 no local onde era a casa real, ela existiu até 1808. Uma segunda foi construída em 1607 onde hoje fica a atual e absorveu o maquinário da primeira. Ela fabricou a cerveja in loco até 1896, quando o espaço ficou pequeno para comportar a cervejaria e o restaurante.

Papel fundamental na historia da Weissbier

A Hofbrauhaus teve papel fundamental na continuidade da Weissbier. Como em 1602 os Wittelsbach proibiram outras cervejarias de produzi-la, a Hofbrauhaus deteve o monopólio de fabricação por quase duzentos anos na Baviera**.

Oktoberfest? Não, só uma tarde normal na HB!

Hoje um dos lugares mais visitados de Munique, a Hofbrauhaus fica sobre as fundações da antiga fábrica. Foi inaugurada em 1897, após a reforma que a transformou num grandioso restaurante onde o clima é de Oktoberfest nos 365 dias por ano!

As cervejas da Hofbrauhaus

A Weissbier da Hofbrauhaus perdeu espaço ao longo do tempo. Outras cervejarias como a Schneider, Weihenstephan e a própria Erdinger especializaram-se em cervejas de trigo, enquanto a Hofbräu diversificou e hoje fabrica diversos estilos:

Original: a melhor Helles?

Hofbräu Original: Talvez a mais famosa cerveja do estilo Münchner Helles do mundo, seu aroma de pão, amargor equilibrado e o teor alcóolico de 5.1% lhe conferem alto drinkability. Conquistou fãs por toda a parte, inclusive eu. 🙂

Hofbräu Dunkel: A cerveja escura existia na Baviera bem antes das douradas. Foi a primeira cerveja fabricada na Hofbrauhaus.

Weissbier e Weisswurst: par perfeito!

      Münchner Weisse: Refrescante e bem carbonatada, os bávaros tradicionalistas a consomem de manhã com uma Weisswurst (salsicha branca) cozida!

Hofbräu Schwarze Weisse: É a Hofbräu Weissbier escura. O malte escuro está bem presente no sabor e tem um leve dulçor.

Cervejas Sazonais e a lenda da Maibock

Hofbräu Maibock: Por tradição, o primeiro barril é aberto na ultima semana de abril, celebrando a volta dos Biergärten em maio. Surgida em 1614 , foi a primeira Bock de Munique. 7,2% ABV.

Diz a  lenda que ela surgiu após reclamações da família real : “no passado havia a boa cerveja forte de Einbeck (no norte da Alemanha) e agora só há a cerveja marrom e de trigo que nós fazemos. Tragam algo mais forte!” Após a ordem, a cervejaria criou sua Maibock.

As diversas cervejas e cores da Hofbrauhaus

Münchner Sommer Naturtrüb: especialidade do Biergarten no verão – é naturalmente turva e refrescante. De tom âmbar, tem aroma de lúpulo bem presente. 

Garçonete na HB Festzelt com a Oktoberfestbier!

Hofbräu Oktoberfestbier: Para a Oktoberfest ,a Hofbräu produz esta cerveja mais encorpada. Mais amarga e alcoólica (6.3%) que a Original , não se deixe enganar por ela: depois de duas canecas (de 1 litro), você vai falar alemão!
Até o próximo gole! Prost!

*A grafia correta é Hofbräuhaus. Hofbrauhaus foi escrita assim por razões de SEO.
**A família real adquiriu as cervejarias que faziam a Weizenbier na região. Fontes consultadas divergem se a Hofbrauhaus teve exclusividade durante quase duzentos anos. Se não foi a única , certamente foi a mais importante cervejaria a produzir Weissbier de 1602 a 1798, quando acabou oficialmente o monopólio.