Mercadinhos de bairro: pequenos notáveis

mercadinho-de-bairroO dia acaba e você percebe que não conseguiu fazer nada do que havia planejado. Você saiu mais cedo de casa e mesmo assim se atrasou para a primeira reunião do dia. É, o tempo parece mesmo passar cada dia mais rapidamente e as nossas tarefas cotidianas só se multiplicam: trabalho, escola das crianças, academia, futebol do filho, ballet da filha, inglês, mestrado… sem mencionar as horas perdidas no transito!

Ao chegar em casa após essa jornada cansativa, abre-se a geladeira e..surpresa! Está faltando de tudo:  suco, salada, refrigerante, carne, ovos, leite… Mas você já tinha a solução: uma vez mais pôde contar com mercado local, que dispõe dos principais itens de um hipermercado e ainda tem com uma pequena padaria, açougue e hortifrúti. Enfim, salvo(a)!

Comodidade + variedade + bom atendimento = crescimento

E não é apenas aqui no seu bairro que eles são essenciais. Os minimercados, mercearias e armazéns cresceram mais de 60% entre 2010 e 2015 e já são aproximadamente 400 mil estabelecimentos no Brasil, segundo estudo do SEBRAE que mapeou como mudanças no habito de consumo têm se refletido nesse segmento do varejo.

O consumidor vem buscando mais praticidade e proximidade na hora de abastecer a dispensa e mobilidade virou a palavra da vez nas grandes cidades. Com menos tempo disponível para fazer compras demoradas numa grande rede, os mercados da vizinhança vêm se fortalecendo e se destacando pelo atendimento mais pessoal e conhecimento das preferências do cliente.

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Excelentes também no preço

Ao contrário do que muitos imaginam, comprar em um mercadinho da vizinhança pode ser tão vantajoso quanto nos hipermercados. Essa foi uma das conclusões de um levantamento recente da GFK consultoria, especialista em pesquisa e inteligência de mercado, que contou com a participação de centenas de varejistas em todo o Brasil.

De acordo com o “Estudo Mercado de Vizinhança”, no primeiro trimestre do ano o valor da cesta composta por 35 produtos básicos chegou a custar menos em pequenas lojas do que nos super e hipermercados. A metodologia incluiu 400 entrevistas com empresários e gestores de lojas do segmento e informações do Painel GFK do Pequeno Autosserviço, coletadas em visitas mensais a 1920 estabelecimentos.

Posicionamento: competitivo (e bem localizado!)

Foi a primeira vez que o pequeno varejo saiu na frente em termos de preços mais baixos desde 2011, o que mostra um novo posicionamento dos players do setor. Os donos dos comércios de bairro perceberam a necessidade de mudar a estratégia nesse cenário de crise. Começaram a se abastecer onde os preços são mais baixos e passaram a segurar os repasses. Resultado: tornaram-se mais competitivos.

Proximidade, preço, qualidade e atendimento. São diversos os motivos para se comprar num mercado de bairro. Escolha aquele de sua preferência e visite-o não só para uma compra ocasional, mas também para fazer compras maiores. Você vai notar que só tem a ganhar. E o seu bairro também!

 

 

 

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